Terça-feira, 8 de Novembro de 2005

Está aberta a polémica.

«Qual é a sua posição sobre as praxes?
É de uma enorme revolta. Tenho um enorme apreço pelo ensino superior, as universidades e politécnicos são centrais para o desenvolvimento de uma sociedade moderna, mas acho que não são só escolas de instrução, mas também de educação, onde muitos jovens aprendem a viver e a participar na vida democrática. Não devem ser escolas de submissão e de iniciação a práticas fascistas.
É contra as praxes?
Sou absolutamente contra aquilo que se designa, com algum humor sádico e machista, por praxes académicas, como se nos devêssemos rir disso. São uma escola de falta de democracia e fascismo e devia haver uma atitude de menos complacência por parte de todos, nas universidades e fora delas.»,
Público (edição impressa)
Entrevista ao Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Mariano Gago.


escrito pelo Homem Fantasma às 00:29
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De Anónimo a 17 de Novembro de 2005 às 09:05
Eu não sei se vos diga que temos visões diferentes da mesma coisa ou se estamos mesmo a ver coisas diferentes... "Maçã com bicho"?... Pode ser, mas parece que vocês só vêm [ou só querem ver] o bicho e também lá há maçã comestível! Admito que a tradição da praxe celebra uma série de falsas figuras e que possa parecer apelar à esupidez, mas nem tudo tem de ser (só) o que parece. Chamem-lhe arcaica e mesquinha ou mesmo parva e patética [posso não concordar, mas aceito!], mas fascista não! - eu nunca me tive de sujeitar a nada que não quisesse e nunca obriguei ninguém a fazê-lo! Acho que posso dizer que, apesar de não ser "lição de vida" [nem dever ter tal pretensão], a praxe "é divertida" [ou, pelo menos pode e deve sê-lo!]. Quanto aos "desfiles pelas ruas a fazer figuras de parvos, cortejos pela cidade, queimas das fitas", devo dizer que meu cortejo de caloira e Queima de finalista são dois momentos marcantes que hei-de sempre "lembrar com saudade"!... Estou, mais uma vez, a basear-me na experiência que tive, pois é a única que conheço e se dizem que agora a praxe é "tradição sem ser o que era dantes", digam-me primeiro o que é que era dantes... Conclusão: se a alternativa de pensamento for apenas a vossa posição radical, acho que posso dizer que "acho graça à praxe"!cristina
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(mailto:cristina14silva@hotmail.com)


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